Recentemente conheci os pensamentos de um sujeito muito peculiar chamado Aristóteles. Grande parte da humanidade já ouviu falar dele, mas tenho dúvidas se realmente conhecem seu legado.
Esse homem desenvolveu uma tese de que o "homem é um animal político". Sendo conciso- o que é quase uma atrocidade à lógica aguçada desse finado pensador- o homem se difere dos outros animais pois exerce a política, vai além das organizações em tribos ou aldeias.O exercício dessa virtude era dado, em sua época, nas pólis. Assim, o homem desenvolve suas necessidades básicas dentro da família e outras organizações menores mas não se limita à elas, dando vazão ao seu potencial na política em torno da organização do Estado.
Se a proteção e a perpetuação da espécie são conferidas pelas organizações primordiais, a vivência em torno da política garante a satisfação dos desejos e ânsias da população como um todo, tornando o convívio harmônico e próspero.
Apesar de toda essa reflexão sobre o animal político, Aristóteles não me parece popular aos brasileiros.
Nós brazilianos não conseguimos rastear a ação nobre do animal político no Brasil. Generalismos são desnecessários, mas a maioria dos animais políticos não parecem estar preocupados em exercer suas virtudes.
Talvez exagerando-se, há um contingente de analfabetos políticos com a sensação de estarem sendo governados, quando na verdade estão sendo "tocados", como um pastor "toca" seu rebanho vale acima.
Pensar em política é refletir sobre si e então iluminar-se em busca do seu papel na sociedade, atuando de forma ativa e positiva ao bem comum.
Receio que essa sociedade abriu mão desse papel e usa como desculpas fatores como a corrupção dos governantes. Ou, em outra análise, tomam como participação política torcer pela condenação dos culpados, passivamente.
Os brasilianos tomam a liberdade de finalizar o parecer sobre a sociedade brasileiros -dando limite aos generalismos- com a opinião de um estudante anônimo paulista em uma redação de tema "política":
"(...) o que muitas vezes não é percebido é que a crescente campanha para o reavivamento do interesse pela política poderia ser considerada como mais uma artimanha para introduzir e absorver cada vez mais indivíduos para um senso de pseudo-coletivismo, uma falsa sensação de estar contribuindo pela ordem e o progresso da sociedade..."
Um exemplo que torna a generalização da despolitização injusta.
Esse homem desenvolveu uma tese de que o "homem é um animal político". Sendo conciso- o que é quase uma atrocidade à lógica aguçada desse finado pensador- o homem se difere dos outros animais pois exerce a política, vai além das organizações em tribos ou aldeias.O exercício dessa virtude era dado, em sua época, nas pólis. Assim, o homem desenvolve suas necessidades básicas dentro da família e outras organizações menores mas não se limita à elas, dando vazão ao seu potencial na política em torno da organização do Estado.
Se a proteção e a perpetuação da espécie são conferidas pelas organizações primordiais, a vivência em torno da política garante a satisfação dos desejos e ânsias da população como um todo, tornando o convívio harmônico e próspero.
Apesar de toda essa reflexão sobre o animal político, Aristóteles não me parece popular aos brasileiros.
Nós brazilianos não conseguimos rastear a ação nobre do animal político no Brasil. Generalismos são desnecessários, mas a maioria dos animais políticos não parecem estar preocupados em exercer suas virtudes.
Talvez exagerando-se, há um contingente de analfabetos políticos com a sensação de estarem sendo governados, quando na verdade estão sendo "tocados", como um pastor "toca" seu rebanho vale acima.
Pensar em política é refletir sobre si e então iluminar-se em busca do seu papel na sociedade, atuando de forma ativa e positiva ao bem comum.
Receio que essa sociedade abriu mão desse papel e usa como desculpas fatores como a corrupção dos governantes. Ou, em outra análise, tomam como participação política torcer pela condenação dos culpados, passivamente.
Os brasilianos tomam a liberdade de finalizar o parecer sobre a sociedade brasileiros -dando limite aos generalismos- com a opinião de um estudante anônimo paulista em uma redação de tema "política":
"(...) o que muitas vezes não é percebido é que a crescente campanha para o reavivamento do interesse pela política poderia ser considerada como mais uma artimanha para introduzir e absorver cada vez mais indivíduos para um senso de pseudo-coletivismo, uma falsa sensação de estar contribuindo pela ordem e o progresso da sociedade..."
Um exemplo que torna a generalização da despolitização injusta.
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